Na indústria atual, existe uma relação muito apertada entre custos e consumo de energia. Dados de 2020 da Confederação Nacional de Indústria apontam que a energia elétrica é responsável por 50% dos custos industriais no Brasil – um número preocupante, especialmente se considerados outros fatores.

Eficiência energética: como reduzir custos com estratégia. Foto: G1
Nesse artigo, abordaremos os tópicos mais relevantes para empreendedores industriais que ainda não estão muito familiarizados com o assunto, dentro dos seguintes itens:
O que é eficiência energética
Em linhas simples, eficiência energética se refere à porcentagem de consumo de energia (elétrica ou térmica) que pode ser economizado mantendo, ou ainda aumentando, a produtividade da indústria.
Dados de janeiro de 2021 da EPE, Empresa de Pesquisa Energética, indicam que o potencial para eficiência energética chega a 10,9% em média. Conhecer as melhores práticas e métodos para maximizar a eficiência e reduzir gargalos é uma missão indispensável para industriais.
O consumo energético da indústria
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que as 574 mil indústrias do Brasil consomem quase 35% da produção energética no Brasil (2020). Esse número assustador denota certa passividade de parte dos empreendedores industriais em otimizar suas máquinas e investir em eficiência energética. O número é menor que o ano predecessor (em 2019, chegava a 42%), muito devido à pandemia do COVID-19. Entretanto, é um investimento ainda marginalmente desconhecido, que se paga em pouquíssimo tempo, e possui diversos ganhos além do monetário.
No mundo moderno, não é raro especialistas mencionarem uma escassez nas fontes de energia elétrica em um futuro próximo, mesmo em países de relativa abundância hídrica, como o Brasil. Além disso, o forte gasto de energia elétrica é dispendioso para o país em si. Uma pesquisa da ABESCO, Associação Brasileira de Empresas de Serviço de Conservação de Energia, indica que o desperdício de energia elétrica resultou em gastos de mais de R$61 bilhões em dois anos (2015 a 2017).
Práticas de eficiência energética estão sendo mais esquadrinhadas e reforçadas ao redor do mundo, especialmente pelo cenário de eficiência que tecnologias modernas conseguem visualizar. Em outras palavras, é possível a indústria, enquanto setor, reduzir vertiginosamente esses gastos.
A consciência energética é um ganho substancial para o empreendedor e para a sociedade: a redução de consumo pode ser extraordinária, com retorno real em pouco tempo.
Custos x Energia: uma relação perigosa
Os custos da energia elétrica em indústrias equivale a 50% dos custos totais em média. Um valor astronômico para os gastos industriais, tão alto que pode impedir melhorias práticas na produção industrial.
A energia se destaca como um insumo preponderante para indústrias, especialmente nos setores de alimentos e bebidas, química e cerâmica, que possuem os números mais altos de gastos. Entretanto, a metalurgia também se destaca negativamente nesse sentido, tendo custos muito relevantes, que poderiam ser reduzidos drasticamente com uma breve consultoria de especialistas no setor, conforme indica a pesquisa da Empresa de Pesquisa Energética.

Dados de potencial de eficiência energética. Fonte: EPE
Custos extrapolantes em energia, aliados ao desperdício, se transformam numa bola de neve para industriais. De modo geral, ao não investir em eficiência energética, a indústria fica de mãos atadas para outras benfeitorias que aumentariam a produtividade e os lucros práticos.
Motivos para o consumo ser tão alto
Em geral, os empreendedores não buscam consultorias especializadas para monitorar seus gastos, e a dificuldade de visualizar ganhos reais na conta de luz é um empecilho para maiores investimentos.
Esse monitoramento é a especialidade da Tekner, empresa completamente dedicada à eficiência energética. Desde a pesquisa por gargalos até processos de automação industrial que evitam gastos maiores, como refrigeração (ar condicionado) e processos de irrigação, a Tekner faz todo o rastreamento de fontes dispendiosas de energia, propondo soluções reais e imediatas para o problema.
De acordo com a pesquisa do EPE, os principais potenciais de aumento de eficiência são:
- Iluminação (ganho de 69,05% em eficiência energética)
- Aquecimento direto (ganho de 40,3% em eficiência energética)
- Refrigeração (ganho de 29,55% em eficiência energética)
- Calor do processo (ganho de 17,42% em eficiência energética)
- Força-motriz (ganho de 5,34% em eficiência energética)
A redução na conta de luz pode ser acompanhada imediatamente com as técnicas da Tekner, deixando o empresário completamente à par do retorno real de investimento.
Boas práticas para maximizar a eficiência energética
Apesar da indústria ter funcionamento diferente dos gastos de energia residencial, ainda é possível encontrar práticas simples que podem resultar em ganhos substanciais dentro da eficiência energética. Alguns deles são:
- Atualizar o maquinário;
- Identificar gargalos e escapes;
- Substituir ou reduzir a quantidade de lâmpadas;
- Definir índices toleráveis de consumo de energia;
- Identificar transformadores operando em cargas pequenas;
- Contar com a Tekner para monitorar sua gestão energética;
- Buscar a geração distribuída;
- Procurar fontes renováveis de energia.
Apesar de alguns desses investimentos serem difíceis ou caros, o software de gestão enérgica da Tekner consegue identificar potenciais problemas e indicar o ganho real, com retornos práticos ao industrial e ganhos permanentes para a sociedade como um todo.

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